terça-feira, 17 de junho de 2014

Dez anos esperando por um bebê


Por Stephany Black
Tradução Ruth Ferraz Byrnes 

Eu tinha dezesete anos quando eu pedi ao Senhor que me desse um marido religioso e eu encontrei lhe cerca de quatro meses depois.  Entre um ano de namoro e dois separados nos estamos casados desde 1998. Eu e meu marido queriamos ter pelo menos 12 crianças. Contudo, nos decidimos ter apenas diversão primeiro, e eu fui no controle da natalidade por dois anos. Nos compreendemos estariamos prontos em alguns anos.

Ao invés, foi outros 10 anos esperando antes nosso filho nascer. Eu estava com meu coração quebrado todo mes e novamente NÃO ESTAVA GRAVIDA. Eu clamava ao Senhor. “Se eu não posso ficar gravida eu não quero mais viver”. Eu senti a sua resposta, “Eu preciso que você vá através disto, e isto será para minha glória, mas eu nuncar deixarei voce.” Eu fiquei infertil por mais seis anos depois disto.

Neste meio tempo, ainda não contente em deixar o Senhor fazer o trabalho dele, nosso casamento começou a ficar dificil. Ele tornou-se um terra seca e esteril. Mas Deus estava trabalhando atras das cenas. Nós vendemos nossa casa e nos mudamos para um “trailer” de 35 pés. Nós deixamos uma igreja e começamos a atender em outra. Onde o pastor e sua esposa tinham a nossa idade. A esposa do meu pastor estava lutando para ter uma criança, ainda sempre orava por uma criança e um dia Deus abençoou lhes com um menina que trazia alegria para todos a sua volta.

Isto encorajou para pedir para pessoas orarem para Deus abrir meu utero. Mas havia ainda tres anos de desapontamentos esperando. Dois anos antes de descobrir que eu estava gravida, as senhoras da nossa igreja atenderam a Conferencia Beth Moore. Uma das senhoras estava gravida com sua sexta criança e tinha elas todas em casa. Durante as longas oito horas de viagem eu peguei suas conversas sobre partos domiciliares.

Nós sentamos perto uma da outra durante a conferencia, e isto foi  não por escolha ou acaso. Quando o orador falou sobre aqueles necessitados de encorajamento para se levantar durante um convite, nos duas fomos. Então eu vi Beth Moore vindo em direção a mim. Meus coração quase parou quando ela falou: “O Santo Espirito guiou-me a orar por você. Pelo eu devo orar?” Imediatamente eu disse: “ Eu tenho tentado por oito anos engravidar e nada tem sido possivel”. Ela então disse que ela poderia orar por minha amiga que respondeu: “ Eu estou gravida e tendo um tempo dificil.”  Então que eu vi que Deus tem senso de humor! Nós nós tornamos amigas e eu conheci sua parteira.

Depois de longa espera, eventualmetne eu tornei-me gravida e em 27 de janeiro de 2011, Joshua Nathan Black nasceu. Eu dei a luz em casa, acompanhada por meu marido, a mulher do pastor, meus amigos que eram agora gravidos com seu setimo filho, e sua parteira que é agora minha parteira.

(Noticia maravilhosa:  Deus esta abençoando Stephanie com um novo bebê em julho de 2014. Quão grande é o nosso Deus!)

Fonte: Revista Above Rubies, Maio/2014, Número 89, pag.11

terça-feira, 10 de junho de 2014

Viva sobre coisas lindas



Por Doris McDonnel/ Tradução Ruth Ferraz Byrnes

O trabalho da casa esta sempre atrasado. Acumulando.
Migalhas, desordem, passas, e chorando.
Você se sente oprimida, como eu
? Você sente que trabalha as mais longas horas de qualquer um em sua familia? Pensamentos são coisas perigosas. Hoje como eu estava ainda trabalhando na cozinha até as 10 da noite, com todos na casa descansando, eu comecei  o caminho da auto-piedade, mas Deus deu-me milagrosa graça esta noite...para lembrar-se de viver em graça.

Nós estamos memorizando Filipenses 4.8 no momento. “Finalmente, irmãos, tudo que é verdadeiro, tudo que é honorável, tudo que correto, tudo que for  puro, tudo que for amável, tudo que tem boa reputação, se há qualquer excelencia  e se qualquer é coisa digna de louvor habite nestas coisas”.

Nós recitamos ele todas as manhãs.  Como então, eu estou escolhendo habitar sobre o cansaço, e sobre a desigualdade deste trabalho chamado “ser esposa”/maternidade? Por que eu estou vendo somente interrupções, caos, e “fazeres sem-fim” em uma casa cheia de meia maçãs comidas e ornamentos quebrados? Como eu tenho visto as pilhas de papeis sobre cada superficie como um gatilho para irritação, ao invés de expressões cheias de pensamentos sobre pequenas mãos produzindo obras-primas do coração? Quão profilicos minhas crianças são no departamento de desenho! Estas são coisas amorosas.  Estas são coisas verdadeiras.

Habitar significa viver. Se eu habito sobre o feio, habito sobre a opressão, eu criei um espaço feio para eu mesma viver. De fato, eu “destruo minha casa com minhas próprias mãos”. Mas a mulher sábia constroi a sua casa (Proverbios 14.1). Ela constroi uma habitação de beleza por habitar com coisas belas. Há sempre uma mais alta verdade para minha realidade.

Sim, é dificil. Sim, o trabalho é sem igual. Mas eu não sou um menina contratada, eu sou a dona desta casa. Meu trabalho é de monumental importancia. Minha vida não é definida como por luta e sofrimento, mas pela minha  idendidade celeste. Eu sou majestosa eu reino nesta vida. Eu tenho assistencia do Rei do Universo, meu Pai, que valoriza-me, e Ele é o Deus que me vê, como Hagar tão pungentemente realizada em seu mais seco dos desertos (Genesis 16.13).

Hoje eu falhei mais do que uma vez. Minhas crianças não viram o melhor lado de mim  (apesar de eles estarem sempre cheios de graça do perdão). Mas, à noite, eu encontrei a minha vitoria. Eu limpei aquelas louças. Eu rotulei a comida, pus no lugar, e limpei mais louças. E então, por que? Eu fui em frente e fiz uma salada extra para meu esposo e a servi com um sorriso na minha face. E eu senti livre.
Fonte:  Revista Above Rubies, May 2014, No. 89, pag.23.

 

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Liberdade Maternal



Por Jessica Campbell
Tradução Ruth F. Byrnes

Eu já tinha terminado três cargas de roupa, e esfrguei e limpei a cozinha. Então decidi levar meus dois filhos pequenos para a cidade, almoçar juntos, parar e comprar a estação na correios, e pegar poucos itens no caminho de casa.

Eu não aceitei isto facilmente. Eu penso sobre a minha liberdade. Liberdade de escolha - para ensinar, para trabalhar, para ir livremente aqui e ali, etc.

Mas espere, eu pensei que nós dona-de-casas deveriam ser oprimidas! O que é uma mentira triste que o inimigo semeou! Não há realmente nenhuma maior libertação do que ser um guardadora  em casa. Eu não estou amarrada a uma lista de programação exigente ou uma lista de verificação de uma empresa mandando em mim e tendo a certeza que eu faço o trabalho com precisão.

Sim, eu ainda tenho a meu marido para cuidar e servir, mas ele confia em mim, porque, como a mulher Provérbio 31, eu só lhe faço o  bem e não mal, todos os dias da minha vida! Ele sabe disso e com o seu líderança, eu sou livre para ser eu mesma.

Ele amorosamente lidera-me e encoraja-me  na maternidade e o fruto piedoso é  paz, alegria, e harmonia em casa. Eu sou muito agradecida por este chamado dado a mim.

Alguns dias são super ocupados. Outros dias são mais relaxados quano eu posso pegar as crianças para um passeio por caminhos diferentes, parar para um pic-nic, ou jogar no parque. As chances não são limitadas. Eu sou livre para escolher.

A vida é muito curta para deixar as horas, dias, e anos escaparem. Por isso eu digo a mãe se sentindo um pouco sobrecarregado e fora de si. “Desfrute sua liberação. Pare, respire, sorria, e vá fazer alguma coisa boa ou aventurosa. Esta é sua liberdade.

Desfrute hoje e todas as suas possibilidades. Janelas do carro abertas, refrescante brisa, e sua cabelo voando! Saboreie a LIBERDADE.

Fonte: Revista Above Rubies, May 2014, no. 89, pag. 5