sábado, 29 de junho de 2013

Delicioso Sorvete Natural de Morango com Leite de Cocô



Cocô com morango faz um ótimo casamento, sabor diferente. Receita testada e aprovada, tem um sabor único além de ser bastante saudavel, pois de acordo com pesquisas o oléo de cocô ajuda a manter o bom colesterol.

Ingredientes:
5oo ml de leite de cocô
500 ml de morangos
2 colheres de sopa de oléo de cocô
70 ml de mel
 
Bater todos os ingredientes no liquidificador. Pode-se reservar cerca de 100 mg de morangos picadinhos para acrescentar à massa.
 
Existem várias formas de congelar, entre elas a melhor forma que testamos foi esta: 
- colocar numa tigela a massa do sorvete e colocar no congelador, mexendo de 30 em 30 minutos até congelar (cerca de 3 a 4 horas) e servir em seguida.

Também pode se usar uma máquina de sorvete.  
Bon Appetit!
 
"A mulher sábia edifica a sua casa"! (Proverbios 31.30)
Ruth       

Molho de Tomate Caseiro


 
 
Eu estou tão feliz que acertei fazer um delicioso molho de tomate como os das mamas italianas!

Desde de que "me conheço por gente", temos usado molhos prontos em lata, minha mãezinha não tinha tempo para ficar horas e horas fazendo molho, pois tinha que trabalhar fora para criar a mim e meu irmãozinho, uma vez que meu pai faleceu tão cedo, eu tinha 7 anos. Mas como ninguem é orfão de Deus, eu tenho sido imensamente abençoada  pois o Senhor transforma até coisas aparentemente ruins em bençãos. Aqui compartilho esta deliciosa receita de Molho de Tomate Caseiro. Esta receita é para cerca de um litro, mas você pode dobra-la para fazer maior quantidade e congelar.

Precisamos resgatar o prazer de esperar "as coisas" ficarem prontas e no ponto. Hoje em dia é tudo tão descartável, queremos tudo para "ontem", o que acaba criando muito ansiedade se não temos tudo na hora, prontinho!
 
Ingredientes:
1 colheres de sopa de manteiga
1 cebola media picada ralada
3 dente de alho pequeno finamente picado
2 talos de salsão finamente picado
2 kg de tomates maduros (cerca de 15 tomates bem vermelhos)
1 cenoura ralada
1 litro de água
1 folha de louro
Manjericão ao gosto
sal e pimenta do reino "ao gusto"
 
Preparo:
1) As sementes dos tomates podem ser retiradas cortando do topo a base, ou pode-se deixar-las. 
2) Pique os tomates e reserve. Se você preferir tirar a casca do tomate, pode fazê-lo.
Pique as cebolas, o alho e o salsão.

3) Leve uma panela grande ao fogo e derreta a manteiga.  Junte as cebolas picadas e o alho, mexa bem e junte o salsão.
4) Junte os tomates pouco a pouco, cerca de uma xícara por vez, até amolecerem.  Depois junte a cenoura.
5) Quando os tomates começarem a ferver, baixe o fogo e deixe a panela semi tampada.  Addicione a água. Junte um pouco de sal e pimenta do reino moída na hora.
6)Pode-se deixar de 1 a 2  horas ou mais, mexendo de vez em quando, até reduzir a agua e encorpar o caldo.

7) Pode bater tudo no liquidificador ou bater apenas 3 xícaras de molho no liquidificador e deixar o resto com os pedaços bem cozidos e molinhos. Há quem goste de acrescentar um colher de extrato de tomate natural.
 
Pode-se congelar parte. Costumamos congelar na forma de cubos de gelo e depois colocar os cubos num saco plástico, assim é fácil se usar apenas a quantidade que precisamos.
 
 
 
 
Bon Appetit!
 
 
"A mulher sábia edifica sua casa".     (Proverbios 31.30)
 
 
 
 

 

                                        Ruth       

Sabonete Liquido Hidratante Caseiro





Este é o post mais lido neste blog. Esta receita de Sabonote Líquido Cremoso Hidradante é simplesmente fantastica, pois usa o sabonete Dove que tem cerca de 1/4 de hidradante, ótimo para pele! Testado e aprovado! Mas você também pode usar outro sabonete de sua preferencia. Uma barra de sabonete pode render até 3 recipientes de sabonete de 200 ml.

 Ingredientes:



    - 1 barra de Sabonete Dove Sensitive ou outro de sua preferência.
    - 500 ml de água
Equipamento:

- ralador de queijo
- uma panela funda
- um medidor de liquidos
- uma colher para mexer
- um recipiente para sabão liquido (como na primeira foto)
- um funil

Preparação:


1) Ralar a barra de sabonete.

2) Transferir os flocos de sabão para uma panela, adicionar a água.
Colocar a panela numa chama baixa até começar a ferver e dissolver todos os pedacinhos, mexendo sempre até derreter tudo.

3) Tire do fogo e deixe esfriar, de preferencia uma noite. Ficará um pouco firme, mas quando você mexer novamente com a colher facilmente voltará a consistencia anterior, se não você pode adicionar um pouco mais de água até ficar na consistencia mais liquida. Eu particularmente prefiro adicionar1 ou 2 xicaras de agua fria, pois se estiver muito grosso pode entupir a bombinha do porta-sabão-liquido.

4) Com o auxilio de um funil coloque no recipiente para sabão liquido.
Pronto! É só usar o seu maravilhoso sabonete liquido hidradante para lavar: as mãos, o rosto e porque não até...tomar banho com ele.

Muitas bençãos para você e sua familia. Não se esqueça: "A mulher sabia edifica a sua casa, a tola a destroi com a propria mãos."

                                  Ruth F. Byrnes      
"Eu posso enfrentar todas as circunstâncias pelo Poder de Cristo que me fortalece." (Filipenses 4.13)

Bibliografia:
http://www.savvyhousekeeping.com/turn-a-bar-of-dove-soap-into-liquid-hand-soap/
http://www.keeperofthehomestead.com/blog/making-homemade-liquid-handsoap
 
Você também poderá gostar do artigo:
Shampoo de Limpeza Profunda Caseiro
Como Ir Morar no Céu

Antes de sermos concebidos no ventre de nossa mãe o Senhor já nos conhecia...


por isso o aborto é um abominável assassinato!
 
 

"Antes que te formasse no ventre te conheci, e antes que saísses da madre, te santifiquei; às nações de dei por profeta." (Jeremias 1.5)

sexta-feira, 28 de junho de 2013

O Casamento é Criação de Deus




"Casamento não é uma invenção humana, é criação de Deus; ele não se originou na mente do homem, mas na mente de Deus. Sendo este o caso, homem não pode alterar a definição ou a finalidade do casamento para adequar-se. A redefinição do casamento é a negação do casamento." ( William Einwechter)
 
 "Então o Senhor Deus fez uma mulher da costela que tinha tirado para fora o homem, e ele trouxe para o homem. O homem disse, "Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne; ela será chamada 'mulher', pois ela foi tirada do homem." Por esta razão que deixará o homem seu pai e mãe e unir-se à sua esposa, e eles se tornarão uma só carne." (Gênesis 2: 22-24)


"Quando um casal fala seus votos, não é um homem ou uma mulher ou um pastor ou pai quem é o ator principal – o principal doer. Deus é. Deus junta-se um marido e uma esposa a União uma carne. Deus faz isso. O mundo não sabe isso. Que é uma das razões por que o casamento é considerado tão casualmente. E os cristãos muitas vezes agir como se eles não sabem, que é uma das razões que casamento na Igreja não é visto como a maravilha que é. O casamento é deuses a fazer porque é uma União de uma carne que Deus realiza." (John Piper)"

... "e os dois se tornarão uma só carne. ' Então eles são não mais dois, mas uma só carne." (Marcos 10:8)

"O casamento é uma chamada para morrer [o self]...... Votos de matrimônio cristão são o início de uma prática ao longo da vida, da morte, de dar sobre não apenas tudo o que se tem, mas tudo que você é. Trata-se de uma chamada de forca sinistra? De modo algum! É não mais sombria do que morrer para si mesmo e seguindo a Cristo. Na verdade, aqueles que morrem com amor para suas [os cônjuges] são aqueles que conhecem a alegria da maioria, os casamentos mais gratificantes e experimentar o maior amor". (R. Kent Hughes)
 
 

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Defendendo a Responsabilidade da Família na Educação dos Filhos

Julio Severo


       À primeira vista, seria desnecessário frisar que os pais têm a principal responsabilidade na educação de seus filhos. Afinal, por milhares de anos eles sempre tiveram um papel decisivo na área de ensinar os filhos.
 
A principal desvantagem do passado era que não havia os recursos educacionais que conhecemos hoje, e a vantagem era que uma educação centrada no lar moldava a formação do caráter de forma direta. Havia tanto convívio familiar que não sobrava aos adolescentes tempo para se envolver com más companhias. O normal era o respeito e o apego à família. Hoje a situação se inverte: pouco convívio familiar e muito envolvimento com amigos suspeitos, principalmente em escolas públicas, trazendo como resultado infelizes mudanças de comportamento, inclusive desrespeito aos valores aprendidos na família e na igreja.

Porque amamos uma saia modesta

 

 

Nós amamos uma saia modesta e discreta porque além de confortável nós sentimos elegante e à vontade.





Ela preserva nossa feminilidade e não nos expoe ao ridiculo.
 
Não chama a atenção para o nosso corpo (especialmente para as partes intimas).



Ela vai até pelo menos os joelhos quando estamos de pé e quando sentamos não precisamos ficar preocupadas se esta aparecendo o que não deveria...


Vejo só estes desenhos em quadrinhos:


 
 
Por tudo isso e muito mais é que amamos uma saia modesta que nos preserve, e especialmente porque estamos glórificando nosso Senhor, que nós criou com tanto amor, para sermos femininas.
 
Que Ele possa lhe abençõar e proteger sempre, a você e aos seus!
 

quinta-feira, 20 de junho de 2013

A Mulher e as Calças nos anos 40




No início dos anos 40, a moda era predominatemente feminina: com saias até os joelhos, luvas, chapéus e muita elegancia.

Para quem não viveu nesta época parece normal ver hoje em dia mulheres usando calças e as vezes sem nenhuma feminilidade. Mas nem sempre foi assim, pois há cerca de uns 150 anos atrás, rarissimas mulheres usavam calças. 

Alguns dizem que: “As mulheres não usavam calças, até que veio a guerra e as obrigou a ocupar os postos de trabalho nas fábricas. Foi um caso de necessidade. Não foi nada muito revolucionário”.


A calça no guarda-roupa feminino: mudança de mentalidade

 

 

Feminista não, feminina!

Muitas pessoas conhecem este símbolo feminista, reproduzido até hoje por movimentos do gênero… mas na verdade, ele foi um pôster de propaganda do governo americano na II Guerra (que, por sua vez, era uma cópia de um pôster semelhante da União Soviética). Conhecido como Rosie The Riveter [algo como Rosie, a rebitadeira], ele encorajava as mulheres à irem para as fábricas, tomar o lugar dos homens…
 
 
 
 
Mais do que apenas encorajar, ele lançava mão de toda uma estética masculinizante… ao colocar esta mulher colocando os “muques” para fora e arregaçando as mangas, ele foi um dos retratos fiéis da década, pois muitas das mulheres que de fato foram para as fábricas no período da guerra, mal podiam ser distinguidas desta caricatura.

Sabe porque usar saia abaixo do joelho?

 
Para se sentir confortavelmente feminine e...
 

Ser jovem e modesta



Veja mais:...

Estudando em Casa

 
 
Por Sabrina
 
Hoje começam as aulas nas escolas públicas aqui do DF (como eu já disse aqui). Certamente, muitos de vocês (eu não!) sentiu preguiça de ir para as aulas, por vezes. Uma ideia que sempre me pareceu interessante foi a de estudar em casa, com um tutor ou com os próprios pais mesmo.



“Querida, palavras têm o poder de ferir. Vou te ensinar algumas das mais eficientes.”

Encontrei no Wide Open Spaces este post falando a respeito de 20 boas razões para o ensino em casa, são motivos mais que interessantes para convencer pais e filhos. Segue abaixo para vocês, com minha tradução livre.

Criando uma Geração de Bárbaros


 

“E qualquer que escandalizar um destes pequeninos que creem em mim, melhor lhe fora que lhe pusessem ao pescoço uma mó de atafona, e que fosse lançado no mar.” (Marcos 9:42)
 
A pequena “Jullie” (nome fictício) de apenas 6 anos teve uma crise violenta na Escola. Ao ser repreendida pela professora, a menina começou a gritar, derrubou a cadeira e virou-a de pernas para o ar, foi até a mesa da professora, jogou no chão tudo que estava sobre a mesa, abriu as gavetas e tirou todas as coisas para fora. Seus amiguinhos ficaram apavorados quando a menina começou a atirar contra eles livros e cadernos.

KIT GAY JÁ CHEGOU NAS ESCOLAS PRIVADAS






O livro didático “Menino Brinca de Boneca?” citado acima foi adotado pelo Ministério da Educação como referência para alfabetização de nossas crianças (até 6 anos de idade) e já está sendo utilizado em algumas escolas particulares em São Paulo existindo ainda a orientação do Governo Federal para que seja expandido para todo o Brasil.[...]

O amadurecimento da educação escolar em casa

 

Dra. Isabel Lyman

No final da década de 1960 e começo da década de 1970, o moderno movimento de educação escolar em casa estava em sua infância nos Estados Unidos. Naquela época, a maioria dos americanos via a educação em casa como uma estranha atração turística ou a escolha do estilo de vida daqueles que estavam dispostos a sofrer mais dificuldades do que o necessário.

Que diferença algumas décadas fazem.

Hoje, a educação escolar em casa está com uma imagem totalmente mudada. O movimento, que era estranho, agora se tornou parte das grandes tendências sociais e adquiriu um brilho fascinante e popular.

Dê uma olhada em algumas edições da revista Sports Illustrated, de 2007. Ali nunca falta espaço para notícias sobre personalidades do atletismo que receberam sua educação em casa. Como Jessica Long, que nasceu na Rússia, reside em Baltimore, e é uma nadadora realizada. Aos 15 anos, Jessica se tornou a primeira atleta das Paraolimpíadas a ganhar o prestigioso Prêmio Sullivan, que honra os maiores atletas amadores do país. Então há o arrojado Joey Logano que, aos 17 anos, já ganhou uma corrida da NASCAR.

Até mesmo pretendentes à presidência dos EUA, e suas esposas, estão mostrando simpatia pública ao movimento de educação escolar em casa. O deputado federal Ron Paul (R-Texas) deu apoio entusiástico às famílias que educam os filhos em casa, e Elizabeth Edwards, esposa do senador John Edwards (D-North Carolina) disse ao jornal Wall Street Journal que neste outono ela planeja educar em casa os dois filhos mais novos do casal “com a ajuda de um tutor”.

Quanto às realizações acadêmicas, esta temporada de competição nacional foi extraordinária: adolescentes que foram educados em casa foram coroados como campeões em três eventos importantes. Um menino de 12 anos chamado Matthew Evans ganhou a competição National Word Power, patrocinada pelo famoso Reader’s Digest. O menino de 13 anos Evan O’Dorney, da Califórnia, ganhou a Competição Nacional de Ortografia da Scripps, e a menina de 14 anos Caitlin Snaring de Washington se tornou campeã na Competição da National Geographic.

Em seguida há Micah Stanley de Minnesota que nunca na vida entrou numa escola institucional. Nos anos recentes, ele estava matriculado na Faculdade de Direito Oak Brook, uma faculdade de direito de correspondência com sede em Sacramento. Em fevereiro de 2007, ele fez, durante três dias, os duros exames gerais de advocacia (as leis da Califórnia permitem que estudantes de direito por correspondência façam os exames de advocacia), e ele pode agora acrescentar a palavra “advogado” no seu currículo. Em suas horas de folga, ele está finalizando um livro intitulado “Como Escapar do Reservatório: Um Guia para Ajudar Você a Ter o que Você Quer”.

Micah tem 19 anos.

Entretanto, um adolescente advogado e escritor não seria surpresa para John Taylor Gatto, um crítico conhecido das leis de educação compulsória e que já foi Professor do Ano do Estado de Nova Iorque. Escrevendo na Harper’s Magazine, Gatto argumentou abertamente que “a inteligência é tão comum quanto o capim”.

Talvez. Mas também dá para entender que quando as pessoas comuns ficam sabendo que campeões como Joeys, Caitlins e Micahs receberam educação em casa, elas ficam amedrontadas — como se essa escolha educacional fosse o domínio exclusivo de mães e pais obcecados e compulsivos com dinheiro de sobra para jogar fora, muitas horas de folga e filhos nota 10.

Embora seja elogiável quando um menino alcança uma meta monumental, a educação escolar em casa sempre teve mais a ver com liberdade e responsabilidade pessoal do que com ganhar bolsas de estudos de grandes universidades ou jogar tênis em Wimbledon. Em geral, o movimento de educação escolar em casa atrai famílias da classe trabalhadora de todas as raças e religiões, cujo principal desejo é fornecer uma experiência estimulante de aprendizado.

É claro, quem mais sobressai no movimento são as famílias e seus filhos ousados e intrépidos. A família Burns, do Alaska, iniciou neste verão uma viagem de veleiro ao redor do mundo por três anos. Chris Burns (o pai) disse ao jornal Juneau Empire que ele espera, enquanto estiver no mar educando seus filhos, ter conexão direta com escolas do Alaska a fim de conduzir sessões de perguntas e respostas aos alunos.

Num sentido legal, os meninos e meninas que estudam em casa são um lembrete reluzente de uma questão complexa que se tornou o ponto central de importantes casos no Supremo Tribunal: o Estado tem a autoridade de forçar uma criança a ir para a escola e fazê-la sentar-se numa carteira durante 12 anos? Se tal criança tem a aptidão e maturidade para tal contrato de longo prazo (ou escravidão contra a vontade dela) permanece uma questão incômoda porque, no mantra aceitável de hoje, “a educação é um direito”.

Mais que passou da hora de se debater essa questão, pois há abundantes sinais — as caras aulas de recuperação e o crescente índice de evasão escolar, para citar apenas dois problemas — indicando que o atual modelo de escola pública não é favorável às crianças.

A educação escolar em casa, afinal de contas, começou a se tornar popular porque uma autoridade passada do Ministério da Educação dos EUA argumentou que as crianças, como delicadas plantas de estufa, precisam de certo tipo de ambiente para crescerem e desabrocharem, e que pais amorosos, não instituições, têm mais chance de criar as estufas.

Foi em 1969 quando o falecido Dr. Raymond Moore iniciou uma investigação em áreas anteriormente negligenciadas da pesquisa educacional. Duas das perguntas que Moore e uma equipe de colegas empreenderam responder foram (1) A institucionalização das crianças novas é uma tendência educacional saudável? e (2) Qual é a melhor época para se entrar na escola?

Enquanto examinava milhares de estudos, vinte dos quais comparavam crianças que entravam cedo na escola com crianças que entravam tarde, Moore concluiu que os problemas de desenvolvimento, tais como hiperatividade, miopia e dislexia, são muitas vezes conseqüência da prática de sobrecarregar prematuramente a mente e o sistema nervoso da criança com contínuas tarefas acadêmicas, como ler e escrever.

A maior parte das pesquisas convenceu Moore de que a escolarização formal deve ser adiada até a criança ter pelo menos 8 ou 10 anos, ou até mesmo 12 anos. Conforme ele explicou: “Essas descobertas despertaram nossa preocupação e nos convenceram a centralizar nossa investigação em duas áreas principais: o aprendizado formal e a sociabilização. Esse trabalho acabou levando a um interesse inesperado na educação escolar em casa”.

Moore então escreveu Home Grown Kids e Home-Spun Schools. O resto, como dizem, é história. Os livros, publicados na década de 1980, venderam centenas de milhares de exemplares e oferecem conselhos práticos para potenciais pais educadores.

Hoje em dia, há uma imensidão de materiais de auto-ajuda, grande quantidade de produtos comerciais e oportunidades online exclusivamente dedicados a incentivar famílias a aprender juntos na conveniência de seus lares. A educação escolar em casa já passou seu período de graduação, transformando-se numa escolha testada e aprovada que permite que os filhos se desenvolvam com sucesso e aprendam conforme seu próprio ritmo. A educação em casa inspira outras histórias de sucesso. À medida que nossa nação é famosa por incentivar os imigrantes a se reinventarem e realizarem o Sonho Americano, assim também ocorre com as crianças na educação em casa, quer elas tenham ou não um QI elevado.

Acima de tudo, o mérito da educação escolar em casa é que esse modelo educacional permite novas experiências, flexibilidade e muitas tentativas até se encontrar a melhor solução. Aí está o grande contraste com a educação que o Estado dá. Como com todos os sistemas estabelecidos pelas burocracias, as escolas públicas estão atoladas numa única via, perpetuam fracassos, reagem lentamente a mudanças e resistem a todas as reformas. Não se localizam nem se detêm os erros, que estão no sistema todo destruindo tudo. Já é ruim quando tal sistema burocrático é usado para governar os contratos trabalhistas e serviço postal. É perda trágica quando é usado para administrar a mente das crianças.


Dra. Isabel Lyman é autora do livro The Homeschooling Revolution, sobre o moderno movimento de educação escolar em casa. Seus artigos aparecem em grandes jornais americanos como Miami Herald, Wall Street Journal, Dallas Morning News, Pittsburgh Tribune-Review, Investor’s Business Daily, Boston Herald, Los Angeles Daily Journal, National Review, Chronicles e Daily Oklahoman.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Bibliografia:


Harper’s Magazine, setembro de 2003.

Ken Lewis, "Juneau man to set sail on world voyage." Juneau Empire, 16 de abril de 2007.

Raymond Moore, "Homegrown and Homeschooled." Mothering, verão de 1990, p. 79.

Entrevista por email com Micah Stanley, 2 de julho de 2007.